sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Salário mínimo deve subir para R$ 408,90

O salário mínimo deve passar, a partir de abril, dos atuais R$ 380,00 para R$ 408,90, segundo informou hoje (26) o deputado José Pimentel (PT-CE), relator-geral do Orçamento Geral da União para 2008, em entrevista por telefone à Agência Brasil. O valor inicial, previsto na proposta orçamentária do governo federal, enviada em agosto passado ao Congresso Nacional, era de R$ 407,33. O mínimo de R$ 408,90 foi estabelecido na segunda reestimativa orçamentária, feita já pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), diante dos dados que confirmaram um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,9% para 5,4%. Esse crescimento gerou um adicional de receita para o governo de R$ 8 bilhões, suficientes, segundo Pimentel, "para cobrir o aumento do salário mínimo".

sábado, 22 de dezembro de 2007

Presidente do Senado recebe a Governadora


Acompanhada de parte da bancada do Rio Grande do Norte e do secretário de Planejamento do Estado, Vagner Araújo, a governadora Wilma de Faria esteve, na tarde desta quinta-feira (20), com o presidente do Senado, Garibaldi Alves. Ela veio trazer-lhe um relato da audiência em que apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva os principais pleitos do estado. Esses pleitos consistem na continuidade das obras do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, na modernização do trem urbano de Natal e no protocolo de entendimento com a Petrobras para a viabilização do Pólo Petroquímico do Rio Grande do Norte. De acordo com a governadora, o presidente Lula lhe disse que as obras do aeroporto estão garantidas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e que esse é um compromisso do seu governo. Outro assunto que a governadora abordou foi a proposta de criação de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE) que, na avaliação de Wilma de Faria, vai significar mais um instrumento de agregação econômica e criação de empregos no estado. De acordo com a governadora, Lula prometeu cobrar esse projeto do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Brasil fica em 4.º no ranking feminino da Fifa



O Brasil ficou em quarto lugar no ranking feminino de futebol da Fifa, após ser ultrapassado pela Suécia. Esta foi a ultima edição da lista nesta temporada. Agora, uma nova atualização só acontecerá em 21 de março de 2008. O bom desempenho da seleção brasileira se deve à conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americano do Rio (vitória sobre os Estados Unidos por 5 a 0), e ao vice-campeonato da Copa do Mundo da Fifa, disputada na China - o Brasil perdeu a final para a Alemanha por 2 a 0. O bom reflexo do futebol feminino brasileiro também marcou a entrega do prêmio às melhores atletas do mundo. Marta ganhou pelo segundo ano consecutivo a bola de ouro da Fifa, enquanto Cristiane ficou com o bronze, atrás da alemã Birgit Prinz. A Alemanha encerrou a lista da Fifa na liderança, com 2.201 pontos, seguida pela seleção dos Estados Unidos.

As 10 melhores seleções de 2007:

1.º Alemanha - 2.201 pontos
2.º Estados Unidos - 2.186
3.º Suécia - 2.086
4.º Brasil - 2.082
5.º Noruega - 2.040
6.º Coréia do Sul - 2.029
7.º França - 2.003
8.º Dinamarca - 1.960
9.º Canadá - 1.950
10.º Inglaterra - 1.946

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Aprovado mestrado para Pau dos Ferros

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) contará a partir de 2008 com a instalação de um curso de mestrado no campus avançado da cidade de Pau dos Ferros. A confirmação se deu a partir da aprovação do projeto que garantirá a capacitação no segmento do curso de Letras. O curso foi aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC) que aprovou outros 68 novos cursos de pós-graduação. Desse total, 47 são mestrados acadêmicos, 18 doutorados e quatro mestrados profissionais. O Conselho Técnico Científico (CTC) da Capes analisou na semana passada 144 propostas, entre recursos e pendências de 2007. Cinco permanecem em análise e 70 projetos não foram recomendados. Os cursos aprovados podem começar as atividades a partir de janeiro.

IBGE constata que 51 municípios respondiam por metade da economia em 2005


Metade do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de riquezas produzidas no país, estava concentrada em apenas 51 dos 5.564 municípios em 2005, nos quais viviam 30,5% da população do país. Em 2002, a metade da economia do país se concentrava em 48 municípios. As capitais brasileiras concentravam em 2005 34,8% do PIB, com destaque para as da região Sudeste, responsáveis 19,8% do PIB; seguidas pelas da região Centro-Oeste, 5,0%; do Nordeste, 4,5%; do Sul, 3,1%; e Norte do país, 2,4%. As informações fazem parte da pesquisa sobre Produto Interno Bruto dos Municípios brasileiros 2005, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado ontem, com os resultados do valor adicionado da agropecuária, indústria, serviços e administração pública, entre outros. A pesquisa tem por base a nova metodologia, que abrange informações para o período de 2002 a 2005. Os dados indicam que cinco das principais capitais brasileiras, três das quais da região Sudeste, concentravam, em 2005, 25% do PIB, ranking que se mantém inalterado desde 2003, enquanto um total de 1.338 municípios respondia, em 2002, por apenas 1% do PIB, número que subiu para 1.371 municípios, em 2005. Desenvolvido desde 2000, pelo IBGE, o PIB dos Municípios é um estudo realizado em parceria com os órgãos estaduais de estatísticas, secretarias estaduais de governo e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). O levantamento indica que entre os municípios que individualmente respondiam por pelo menos 0,5% do PIB nacional em 2005, em relação a 2002, a maior participação percentual se concentrou principalmente nas grandes capitais: Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Goiânia (GO), e Fortaleza (CE).

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Brasil sobe uma posição e ocupa 6º lugar na economia mundial (Bird)

O Brasil ganhou uma posição e agora ocupa o sexto lugar na economia mundial, segundo ranking do Banco Mundial, que divulgou nesta terça-feira os dados do PCI (Programa de Comparação Internacional), que analisa as economias de 146 países. De acordo com o Banco Mundial, levando-se em conta a paridade do poder de compra, o Brasil responde por metade da economia da América do Sul. Com o equivalente a 3% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial nesta medição, o Brasil divide o sexto lugar ao lado do Reino Unido, França, Rússia e Itália. Segundo explicação do Banco Mundial, o Brasil subiu de lugar por conta de uma nova avaliação. A paridade do poder de compra, expressa por meio dos valores das moedas locais e o que é possível comprar, tomou o lugar da chamada medida cambial, que apenas converte o PIB do país em dólares. Na medida convencional (cambial), o Brasil seria a sétima economia, ao lado da Índia, Rússia e México, que respondem juntos por 2% do PIB. "Os números passaram a refletir o valor real de cada economia, com as diferenças corrigidas em níveis de preços, sem a influência de movimentos transitórios de taxas cambiais", explica o Banco Mundial.

EUA na ponta

Como já era esperado, a maior economia do mundo ainda é a dos Estados Unidos -ela, porém, está menor que no passado. Em seguida aparece a China, que pelas novas pesquisas subiu de quarto para segundo lugar. De acordo com os dados, pelo sistema cambial os EUA têm 28% do PIB mundial, mas pela regra da paridade, apontada como mais confiável pelo Bird, o país tem 23%. Na China, levando-se em conta o método do poder de compra, a participação é de 10%; pelo cambial, fica em 5%. No geral, a economia mundial produziu US$ 55 trilhões em mercadorias e serviços em 2005. Do total, cerca de 40% veio de países em desenvolvimento - China, Índia, Rússia, Brasil (Brics) e México responderam por quase 20%